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Custo dos imóveis registra redução histórica

Categoria - Notícias

Autor: Cibele Martins - 16/01/2018

A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), em parceria com o portal de imóveis ZAP, registrou uma redução de 0,53% sobre o custo médio dos imóveis anunciados no Brasil, após um levantamento realizado em mais de 20 cidades do país. “Com certeza, essa é uma queda história, mas não imprevisível. Especialistas já alertavam há tempos para essa queda nos valores, haja vista a alta procura por imóveis, o maior acesso aos créditos imobiliários e a alta de preços como consequência dos primeiros dois fatores elencados”, analisa o empresário, João Rafael Brandini Nantes, Imobiliária Status.

Entre os fatores que levam a este cenário atual, está a valorização exacerbada do preço do terreno e da construção de determinados imóveis, o que dificulta a sua venda pelo que se anuncia. “Talvez, esse seja o problema mais crônico de todos, a estimativa de que meu imóvel será vendido por valor igual ou superior ao anunciado pelo vizinho. Isso não é culpa do proprietário, do comprador, do corretor ou quem quer que seja. É uma soma de fatores que desencadearam uma valorização deveras exagerada de imóveis e que, aos poucos, vem sendo percebida e corrigida. Muitos falam em desvalorização, mas o termo é mais teoricamente aplicado à economia. Na prática, falamos em normalização de valores. Há 5 anos havia comprador para imóveis por qualquer valor anunciado nos classificados. Existia concorrência por aquela determinada casa, terreno ou ponto comercial. Atualmente, além de mais opção de imóveis, existe um investidor mais exigente, um país em crise econômica e política, e uma maior limitação nas aquisições por meio de financiamento com a elevação da entrada em modalidades que não sejam do Minha Casa Minha Vida, por exemplo”, diz o João Rafael.

Para 2018, os especialistas em economia fazem uma previsão mais otimista, porém ainda tímida. Haverá um aumento nas vendas, talvez melhor que o ano de 2017. Todavia, não o suficiente para atingir um ciclo natural de comercialização como no início da década passada, por exemplo.

A conduta para quem busca um imóvel, antes de mais nada, é procurar o corretor de imóveis de sua confiança. Aquele que, acima de vendedor, age como um conselheiro, uma vez que existe imóvel bem construído e mal construído, bem localizado e mal localizado, e assim por diante. Aquele que deseja comprar deve se atentar para a média de valores estimada na região almejada, levando-se em conta, não somente os valores de anúncio, mas os efetivamente negociados ultimamente.

“O proprietário tem receio de fazer um mau negócio e perder dinheiro. Essa falta de confiança pode ser sanada com o auxílio de um corretor de imóveis. O profissional irá avaliar por quanto aquele imóvel poderá ser negociado e orientá-lo em uma eventual regularização, por exemplo. Costumeiramente, os proprietários não averbam a construção ao terreno. Passado algum tempo, quando precisam vender, acabam tendo um pouco mais de dificuldade em uma negociação”, explica o empresário.

“Existe momento certo para investir em imóveis? Perguntas como essas são frequentemente feitas em nosso escritório. Na verdade, qualquer investimento é bom em momentos de crise naquele determinado setor, justamente pela expectativa de prosperidade e rentabilidade numa posterior alavancada econômica. É como investir na bolsa de valores ou poupança, mas com a vantagem de se ter uma margem de risco menor. Por isso é sempre útil o auxílio de um corretor de imóveis. Questione, por exemplo, qual será o percentual médio que você irá obter caso adquira um imóvel para locação. Será melhor que aplicar na poupança nos próximos 12 meses? Corro o risco de perder dinheiro comprando ou vendendo meu imóvel hoje? Tudo isso pode ser esclarecido melhor quando conversado com um corretor de confiança”, conclui João Rafael.

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